Contado ninguém acredita. Bakhtiyor, um tajiquistanês, pai de 2 filhos é a prova viva do quão multicultural, diversificado e democrático é o programa IAESTE.
No Tajiquistão estava a estudar no segundo ano de pós-doutoramento na Universidade pública de Khujand, a segunda maior cidade do país. No Centro de Informática e Tecnologias da Informação – CITI – da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa fez programação.
Pela primeira vez em Portugal e mesmo na Europa, Bakhtiyor, nunca tinha saído do Tajiquistão: “O meu país está a dar os primeiros passos em direção ao capitalismo, enquanto que os países europeus já estão desenvolvidos a nível tecnológico. É uma oportunidade excelente para aprender num contexto mais avançado e poder importar esse conhecimento e experiência técnica.”
Não teve qualquer dificuldade em adaptar-se à cultura lusitana, todas as pessoas com quem trabalhava eram portuguesas e ficou especialmente cativado pela gastronomia.
Sublinha que as diferenças a nível cultural, notam-se nas formas de celebração que são bastante diferentes das que se vê em Portugal.
Terminou com uma mensagem em tajique, o idioma falado pelos tajiquistaneses, que segundo Bakthyor exprimia a sua sensação positiva em relação ao estágio e ao país.
