Actualmente já com o Mestrado em Sistemas Ambientais, com uma vida dinâmica e ativa no mundo do trabalho 6 meses depois da sua experiência na Universidade de Illinois, Cátia Godinho, afirma que os EUA são um país que desperta a atenção dos empregadores.
“Para o meu percurso profissional, ter no CV que fiz um estágio no estrangeiro num país como os EUA é meio caminho andado para ser seleccionada para entrevistas. Além disso também sinto que me tornei mais madura num contexto profissional globalizado.”
Conta que a adaptação foi bastante fácil por ser uma cultura ocidental à qual se tem exposição constante através da TV, sendo “o factor surpresa” bem menor do que noutros países.
A inovação e o progresso, bastiões em que se apoia a sociedade norte-americana, despertam em quem lá vai novas formas de pensar e operar:
“A maior mais-valia que trago para Portugal é uma mente muito mais aberta a novas metodologias de trabalho, o conhecimento de diferentes formas de organização, a apetência pela redução de burocracias, a promoção da produtividade e a das relações interpessoais entre colegas de trabalho e uma rede de contactos internacional que poderá ser de grande valor. Sempre que posso tento transmitir isso a professores e a colegas de trabalho de forma a melhorar a forma como as coisas se processam no nosso país.”
Elogia também a forma como estão organizados administrativamente os processos IAESTE:
“Os estágios da IAESTE estão extremamente facilitados em termos de burocracia, que é sempre um grande obstáculo a superar neste tipo de intercâmbios.”
